A Universidade do Estado do Amapá encerrou nesta sexta-feira, 13, as programações do I Seminário de Graduação. O evento contou com um auditório lotado para as palestras apresentadas e salas cheias para as discussões dos eixos temáticos.
"Toda equipe da Prograd [Pró-reitora de Graduação] teve muita liberdade e autonomia para trabalhar, para escolher as palestrantes convidadas, fazer os direcionamentos para os eixos temáticos e acho que foi por isso que deu tão certo nosso Seminário", disse a pró-reitora Heryka Cruz.
Um dos destaques do encontro foi os eixos temáticos, que discutiram temas fundamentais relacionados às atividades de ensino da Universidade. Ao todo, foram 7 grupos de discussão que no final das reuniões geraram relatórios que vão ser utilizados pela equipe da pró-reitora de Graduação para execução de ações na instituição.
A professora Annebelle Magalhães, que mediou o eixo 5 - Programa de Avaliação e de Acompanhamento dos Cursos, destacou os resultados bastante favoráveis trazidos para a comunidade discente e docente, que pôde conhecer mais sobre como um curso é planejado, formado, estruturado, e também o sistema de autorização de Avaliação e seu funcionamento.
“Toda a dinâmica do eixo foi bastante interessante, a plateia participou trazendo para a realidade acadêmica como é que essa estruturação dá vida aos cursos de graduação. E outra questão importante foi o trabalho intensivo que nós fizemos essa tarde, dialogando professores, técnicos, acadêmicos a respeito do trabalho que a Comissão Própria de Avaliação da UEAP tem feito”, relatou a professora.
A última palestra do evento foi ministrada pela professora da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul, Andreia Militão, que abordou a importância da extensão no currículo universitário. A docente pontuou que essa vertente das instituições deve ser encarada como um componente curricular e não está presente no projeto de ensino como uma disciplina.
“Desde a Constituição de 1988, que nós constitucionalizamos a extensão universitária como a missão da universidade, passado o Plano Nacional de Educação de 2014 e com as diretrizes em 2018, nós ainda não conseguimos, de modo geral no cenário brasileiro, traduzir em ações de instrução. Devemos encarar a extensão com uma ideia no sentido de levar para a sociedade, mas sim trabalhar em conjunto com a sociedade numa perspectiva de transformação social”, explicou a docente.