#SaúdeUeap
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A chegada do inverno é também o início da temporada de gripes e resfriados. Este ano a preocupação dos infectologistas é grande porque no inverno do ano passado, no hemisfério norte, foi registrado um aumento de casos de influenza.
Aqui no Estado do Amapá não é diferente, por causa do período chuvoso na região. Diante disso, a Universidade vai realizar a vacinação contra a influenza para o público-alvo, que são os profissionais da UEAP, que vai acontecer em dois dias, 22/05/2019, pela manhã, das 8h às 12h e no dia 23/05/2019, no período da tarde, das 14h às 17h, local Sala dos Professores, Campus I da UEAP.
A influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Um indivíduo pode contraí-la várias vezes ao longo da vida. Em geral, tem evolução autolimitada, podendo, contudo, apresentar-se de forma grave.
Principais sintomas:
Calafrios;
Mal-estar;
Cefaleia;
Mialgia;
Dor de garganta;
Artralgia;
Prostração;
Rinorreia;
Tosse seca.
Podem ainda estar presentes:
Diarreia;
Vômito;
Fadiga;
Rouquidão;
Hiperemia conjuntival.
*É importante notar que nem todas as pessoas com gripe observarão a febre.
Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus influenza A, atualmente os subtipos A(H1N1)pdm09 e A(H3N2) circulam de maneira sazonal e infectam humanos. Alguns vírus influenza A de origem animal também podem infectar humanos causando doença grave, como os vírus A(H5N1), A(H7N9), A(H10N8), A(H3N2v), A(H1N2v) e outros.
Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A vacinação é considerada a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza.
O país conta com uma rede de três estações-sentinela: o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e o Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará, que fazem exames em indivíduos infectados para descobrir quais são as cepas virais que mais circulam em cada região.
O Ministério da Saúde informou que a meta é vacinar, até julho deste ano, 54 milhões de pessoas em todo território nacional.
